Cronologia do curso
Para melhor desempenho do aprendizado é necessário seguir a cronologia do curso, desta forma estão dispostas, logo abaixo, os tópicos ordenadas em aulas:
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Tiago Lisboa
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Pintura de paisagem ao ar livre
Pintar paisagens a óleo implica passar muito tempo trabalhando ao ar livre. Isso envolve alguns problemas: as condições do tempo nem sempre são perfeitas e é preciso saber lidar com o vento, as variações de luz e uma série de efeitos ópticos. Além disso, como você pode focalizar seu assunto a partir de diversos ângulos, é necessário planejar a composição com cuidado, para extrair o máximo da cena.
Primeiro, verifique se você está bem equipado. O fundamental é uma boa caixa de pintura para carregar todos os pincéis e tintas, e a parte interna ca caixa pode servir para apoiar a tela. Se preferir, pode levar um cavalete dobrável leve; mas lembre-se de que em dias de vento forte voce precisará firmá-lo bem para que não caia.
Como lidar com a luz do sol:
Fique sempre na sombra para que a luz não incida sobre a tela. A luz solar sireta desbota as cores; e assim, ao trazer o quadro para casa, você pode ter uma surpresa desagradável ao descobrir que as cores em seu trabalho tornaram-se mais claras do que relamente deviam ser.
Primeiro, verifique se você está bem equipado. O fundamental é uma boa caixa de pintura para carregar todos os pincéis e tintas, e a parte interna ca caixa pode servir para apoiar a tela. Se preferir, pode levar um cavalete dobrável leve; mas lembre-se de que em dias de vento forte voce precisará firmá-lo bem para que não caia.
Como lidar com a luz do sol:
Fique sempre na sombra para que a luz não incida sobre a tela. A luz solar sireta desbota as cores; e assim, ao trazer o quadro para casa, você pode ter uma surpresa desagradável ao descobrir que as cores em seu trabalho tornaram-se mais claras do que relamente deviam ser.
Se não houver sombra no local, instale um guarda-sol. O uso de óculos escuros fica excluído por razões óbvios.
Escolha em bom ângulo:
O cenário que você vai pintar e o ponto de vista escolhido são questão de gosto pessoal. Mas existem algumas regras gerais bastante úteis.
1. Pricure trabalhar com contrastes tonais e organize sua composição para que contenha uma massa de tom escuro em algum lugar. Uma forma clássica é dispor uma massa escura no primeiro plano e a meia distância, cobrindo até um terço da pintura.
2. Seja simples na composição, deixando de lado detalhes elaborados.
3. Se necessário, altere a paisagem para adequá-la a sua composição: mude árvores de lugar, modifique a forma das montanhas e rearranje cores, espaços e formas.
4. Evite composições onde todos os elementos formem linhas paralelas ao horizonte. Linhas paralelas tornam a imagem monótona. Assim, escolha um ponto de vista no qual as linhas formem ângulos com o horizonte. Isso dá sensação de profundidade e conduz os olhos do observador para detro do quadro.
5. Evite pintar fileiras de árvores de igual altura ou separadas pela mesma distância. É melhor variar o espaçamento e a altura, mesmo que isso não corrsponda à realidade.
6. Não deixe o primeiro plano vazio. Uma grande extensão de gramado; por exemplo, fica mais interesante você incluir outros elementos, como flores, moitas ou um tronco.
O cenário que você vai pintar e o ponto de vista escolhido são questão de gosto pessoal. Mas existem algumas regras gerais bastante úteis.
1. Pricure trabalhar com contrastes tonais e organize sua composição para que contenha uma massa de tom escuro em algum lugar. Uma forma clássica é dispor uma massa escura no primeiro plano e a meia distância, cobrindo até um terço da pintura.
2. Seja simples na composição, deixando de lado detalhes elaborados.
3. Se necessário, altere a paisagem para adequá-la a sua composição: mude árvores de lugar, modifique a forma das montanhas e rearranje cores, espaços e formas.
4. Evite composições onde todos os elementos formem linhas paralelas ao horizonte. Linhas paralelas tornam a imagem monótona. Assim, escolha um ponto de vista no qual as linhas formem ângulos com o horizonte. Isso dá sensação de profundidade e conduz os olhos do observador para detro do quadro.
5. Evite pintar fileiras de árvores de igual altura ou separadas pela mesma distância. É melhor variar o espaçamento e a altura, mesmo que isso não corrsponda à realidade.
6. Não deixe o primeiro plano vazio. Uma grande extensão de gramado; por exemplo, fica mais interesante você incluir outros elementos, como flores, moitas ou um tronco.

Riacho de Velho Moinho, de Foster Caddell, óleo sobre tela, 60 x 45 cm.
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Tiago Lisboa
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Cores adjacentes
Além de misturar, você pode fazer qualquer cor parecer mais viva ou mais apagada selecionando com atenção as cores que irão cercá-la na tela. Para fazer uma cor paracer mais viva, coloque em torno dela ores complementares ou neutras; para suavizá-las, use cores com as quais esteja intimamente relacionada.
Esse conhecimento é útil em todas as situações. Você pode, por exemplo, descobrir que pintou seu motivo com uma cor muito berrante e que precisa de uma cor de fundo que tenha o efeito de suavizá-la. Ou, então, talvez constate, depois de pintar o fundo, que o motivo ficou apagado demais: nesse caso, poderá cercá-lo com alguns toques discretos da cor complementar, estrategicamente dispostos, a fim de realçar o motivo.
Efeitos da cor de fundo:
As pinturas acima mostram como aplicar essas regras a uma paisagem. Em cada um dos exemplos, a àrvore foi pintada com uma mistura de amarelo-cádmio claro, vermelho-cádmio claro e terra-de-siena queimado.
A. Fundo em cor complentar: Aqui a árvore vermelho-alaranjada parece particularmente intensa porque está cercada pelos verdes e azuis complementares do céu e das árvores do fundo,que têm o efeito de acrescentar mais vermelho e alaranjado ao motivo.
B. Fundo intimamente realcionado: A cor da árvore parece bem menos intensa quando cercada por vermelhos e marrons, intimamente realcionados com a cor do motivo e que lhe conferem toques de cor fria.
C. Fundo neutro: Aqui, também, a árvore parece mais viva, pois os cinzas e marrons que rodeiam cesuam para o fundo.
Esse conhecimento é útil em todas as situações. Você pode, por exemplo, descobrir que pintou seu motivo com uma cor muito berrante e que precisa de uma cor de fundo que tenha o efeito de suavizá-la. Ou, então, talvez constate, depois de pintar o fundo, que o motivo ficou apagado demais: nesse caso, poderá cercá-lo com alguns toques discretos da cor complementar, estrategicamente dispostos, a fim de realçar o motivo.

Efeitos da cor de fundo:
As pinturas acima mostram como aplicar essas regras a uma paisagem. Em cada um dos exemplos, a àrvore foi pintada com uma mistura de amarelo-cádmio claro, vermelho-cádmio claro e terra-de-siena queimado.
A. Fundo em cor complentar: Aqui a árvore vermelho-alaranjada parece particularmente intensa porque está cercada pelos verdes e azuis complementares do céu e das árvores do fundo,que têm o efeito de acrescentar mais vermelho e alaranjado ao motivo.
B. Fundo intimamente realcionado: A cor da árvore parece bem menos intensa quando cercada por vermelhos e marrons, intimamente realcionados com a cor do motivo e que lhe conferem toques de cor fria.
C. Fundo neutro: Aqui, também, a árvore parece mais viva, pois os cinzas e marrons que rodeiam cesuam para o fundo.
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Tiago Lisboa
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Uso de cores complementares
Você também pode suavizar uma cor acrescentando-lhe um toque de sua complementar. Tome cuidado ao fazer isso, pois, se o acréscimo for excessivo, a cor original será dominada e neutralizada (ver G , H e I acima). Além disso, a cor complementar terá efeito de mudar a temperatura da original.
Quando for preciso preservar o tom da cor original, acrescente uma complementar do mesmo tom. Por exemplo, verde-esmeralda é a escolha ideal para suavizar carmim-alizarin - os dois possuem o mesmo tom. Para ver o que acontece quando os tons não são misturados com precisão, tente suavizar carmim-alizarin com verde-esmeralda mais claro; você verá como isso clareia a mistura. E, nos dois casos, note como o verde esfria o vermelho.
Entre as amostras acima, só na H os tons das cores estão misturados com precisão. Compare as mudanças de tom e temperatura com as que ocorrem em G e I.
Como usar o branco:
O branco aviva as cores que possuem alto poder de tingimento, como o cerde-esmeralda, carmim-alizarin, azul-ultramar e azul-da-prússia. A medida que se acrescenta mais branco, a intensidade dessas cores aumeta, até atingir um ponto de brilho ideal, além do qual o branco tem efeito inverso.
Cores transparentes ficam mais frias com acréscimo de branco. Para compensar isso, junte um toque de amarelo-cádmio à mistura.
As cores que perdem intensidade quando misturadas com branco são, principalmente, os vermelhos e amarelos. O amarelo-ocre perde imediatamente seu brilho, mas retém sua cor, ao passo que os tons de siena e os de sombra, ao invés de serem suavizados, transformam-se em cinzas e marrons neutros.
Há casos em que o acréscimo de branco produz resultados completamente inesperados. Veja a amostra C acima: o vermelho fica mais claro, mas não sofre nenhuma mudança na intensidade da cor.
Quando for preciso preservar o tom da cor original, acrescente uma complementar do mesmo tom. Por exemplo, verde-esmeralda é a escolha ideal para suavizar carmim-alizarin - os dois possuem o mesmo tom. Para ver o que acontece quando os tons não são misturados com precisão, tente suavizar carmim-alizarin com verde-esmeralda mais claro; você verá como isso clareia a mistura. E, nos dois casos, note como o verde esfria o vermelho.
Entre as amostras acima, só na H os tons das cores estão misturados com precisão. Compare as mudanças de tom e temperatura com as que ocorrem em G e I.
Como usar o branco:
O branco aviva as cores que possuem alto poder de tingimento, como o cerde-esmeralda, carmim-alizarin, azul-ultramar e azul-da-prússia. A medida que se acrescenta mais branco, a intensidade dessas cores aumeta, até atingir um ponto de brilho ideal, além do qual o branco tem efeito inverso.
Cores transparentes ficam mais frias com acréscimo de branco. Para compensar isso, junte um toque de amarelo-cádmio à mistura.
As cores que perdem intensidade quando misturadas com branco são, principalmente, os vermelhos e amarelos. O amarelo-ocre perde imediatamente seu brilho, mas retém sua cor, ao passo que os tons de siena e os de sombra, ao invés de serem suavizados, transformam-se em cinzas e marrons neutros.

Há casos em que o acréscimo de branco produz resultados completamente inesperados. Veja a amostra C acima: o vermelho fica mais claro, mas não sofre nenhuma mudança na intensidade da cor.
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cor,
cores complementares
Controle da cor
Em sua experiência com a pintura a óleo já deve ter percebido como é importante ser capaz se controlar a intensidade da cor; a tinta usada diretamente do tubo às vezes é berrante ou apagada demais para o que se quer fazer.
Há duas maneiras de ajustar a vivacidade de uma cor. Uma delas consiste em misturá-la com uma pequena quantidade de outra cor, que tenha o efeitode aumentar ou diminuir a intensidade da primeira. E pode-se também cercar a cor na tela com outras cores que façam parecer mais viva ou mais apagada.Os efeitos da mistura:
A regra para aumentar a intensidade de uma cor por meio da mistura é acrescentar pequena quantidade de uma cor mais viva da mesma "família". Pegue os vermelhos se sua paleta como exemplo. Acrescente um toque de vermelho-cadmio ao carmim-alizarin e você terá um carmim muito mais vivo. Da mesma forma, pode usar o próprio carmin-alizarin para avivar um vermelho menos intenso, como o vermelho-indiano.
Use esse conhecimento nas suas experiências com misturas, lembrando que a cor utilizada para intensificar outra deve ser sempre a que ocupa o lugar acima dela na gradação de intensidade da mesma família.
Para suavizar a cor, basta acrescentar pequena quantidade de uma cor menos intensa da mesma família. Veja como isso funciona na prática misturando amarelo-cádmio com um toque de amarelo-ocre.
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