sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

As cores básicas da paleta

A luz do sol é branca e dela derivam todas as cores. Quando atravessa um prisma de cristal, essa luz se divide nas sete cores do arco-íris: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, índigo e violeta. Três destas - vermelho, amarelo e azul - são chamadas primárias, porque é possível misturá-las para obter as outras, em vários graus de intensidade. Por isso também as outras cores são chamadas de secundárias.
Há váriações, porém, como o verde-esmeralda, que por sua intensidade não podem resultar da simples mistura das cores primárias com o preto ou o branco. Eis onze delas, que são encontradas prontas no mercado e proporcionam maiores resultados a quem quiser pintar:

Branco de Titânio:
As cores básicas da paleta
O branco-titânio não é tóxico, sendo, por isso, preferível a outros tipos de branco que contêm chumbo.

Amarelo-ocre:
Das corres terrosas, esta é das mais versáteis. Quando você quiser um amarelo discreto e ao mesmo tempo quente, o amarelo-ocre é excelente. Pode ser misturado com
diferentes tipos de azul, produzindo verdes bem suaves. O preto acrescentado ao ocre produzirá um verde-oliva.

Vermelho Cádmio:


Este é um ótimo vermelho, quente e que merece lugar em sua paleta. Não tem o alto poder do carmim-alizarin, mas é bastante intenso. Muitos artistas acham esta cor a mais versátil de todos os vermelhos. Além disso, é uma boa alternativa de preço ao igualmente brilhante vermelhão.

Amarelo limão:

O amarelo-limão é um amarelo frio, muito semelhante ao amarelo-cádmio claro. Esta não é uma cor com muito poder de cobertura.


Carmim-alizarin:
Profundo e brilhante, este vermelho tem uma nuança malva fria, É uma tinta que leva mais tempo para secar e um poderoso corante. Ao misturá-lo com outras é preciso cuidado especial. Mistura bem com violeta, lilares e rosas e serve para escurecer outros tons de vermelho.

Azul-ultramar:

Puro, o azul-ultramar é uma cor muito escura. Tem bom poder tonal e mistura-se perfeitamente com outras cores.

Verde-esmeralda:É o verde mais versátil. Se você for começar comprando apenas um verde, opte por este. Quando puro, não parece um verde muito natural, mas é ótimo para misturas.

Cobalto:

É um azul mais suave e sutil que o ultramar, mas com poder de escurecimento mais limitado. Bom para pintar céus e pata toques frios em tons de carne.

Negro-de-marfim:
É um preto forte e profundo, que pode ser usado para escurecer ouras cores - se bem que não é necessariamente a melhor forma de escurecimento. Às vezes obtêm-se melhores resultados com misturas de outros matizes escuros. Ainda assim, é bom para escurecer marrons como o siena e o terra-se-sombra. Pode ser asicionado ao amarelo para produzir verdes interessantes.

Terra-se-sombra natural:
Excelente para esboços na pintura a óleo, produz também variações de tom. É mais frio que o terra-de-sombra queimado. Misturado ao branco, produz um verde acizentado.

Terra-de-siena queimado:
É uma cor necessária, mas não para ser usada sozinha, pois é crua e berrante. Nas misturas, porém, pode ser utilizada à vontade. Substituindo o vermelho, ou com ultramar e verde-esmeralda, forma cores ricas, profundas e escuras.


Dicas para o branco:
Ao comprar sua tinta branca, é melhor escolher um tubo do tipo profissional, com tinta bem mais tensa que a amadora. Para as outras cores isso não é necessário.

Cores de terra:
Este é um grupo de pigmentos obtidos de substâncias naturais. A maior parte das cores é neutra e inclui os terra-de-siena, os ocres, o vermelho-indiano e o terre verde. Podem ser conseguidas pela mistura das cores primárias ou de duas cores complementares, mas a maioria dos artistas prefere usá-las prontas. São baratas, permanentes e de bom rendimento.
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